Experiência da cidade foi reconhecida pela OMS e pela OPAS como referência em fiscalização, prevenção e controle do tabagismo
As ações da cidade do Rio de Janeiro contra o uso e a venda de cigarros eletrônicos viraram estudo de caso internacional da Organização Mundial da Saúde. A divulgação ocorreu nesta sexta-feira, 29 de maio, às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco.
Segundo a Prefeitura do Rio, o estudo destaca medidas locais de controle do tabagismo, ações de fiscalização, campanhas de conscientização e articulação entre órgãos municipais.
A cidade atua em cinco frentes: promoção de ambientes livres de fumo, oferta de tratamento para parar de fumar, ações de prevenção, mobilização em datas estratégicas e divulgação da legislação.
De acordo com a publicação citada pela prefeitura, 263 mil pessoas já experimentaram cigarros eletrônicos na cidade e cerca de 76 mil utilizam o produto regularmente. Os dados têm como base a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde.
O tratamento para parar de fumar é oferecido em todas as 240 unidades de Atenção Primária da cidade, incluindo clínicas da família e centros municipais de saúde.
A pauta tem relevância sanitária porque cigarros eletrônicos continuam proibidos no Brasil, mas seguem circulando de forma irregular, principalmente entre jovens. O ponto crítico é fiscalizar sem transformar a ação apenas em campanha simbólica.
Vinicius Mororó – Jornalista Atípico
Editor-Executivo-Regional
HostingPRESS Agência de Notícias de São Paulo
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